Saúde
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MITO
Qualquer repelente protege do mosquito da dengue
De acordo com a Anvisa, são três as substâncias que protegem contra o mosquito, sendo elas: DEET (N-dimetil-meta-toluamida ou N,N-dietil-3-metilbenzamida) e IR3535 (Ethyl butylacetylaminopropionate ou EBAAP) com 2 horas de eficácia; e Icaridina (Hydroxyethyl isobutyl piperidine carboxylate ou Picaridin) com 10 horas de eficácia. Ainda é preciso checar a concentração dessas substâncias nos rótulos dos produtos, uma vez que isso impacta para qual público é indicada (adultos ou crianças, por exemplo) e tempo de proteção, bem como realizar a aplicação e reaplicação corretamente.
MITO
Ar-condicionado e ventilador impedem a picada do mosquito da dengue
Na verdade, os aparelhos podem até inibir a atividade do mosquito da dengue, mas não impedem que ele permaneça no ambiente e pique uma pessoa. O que ocorre é que o mosquito localiza a vítima em função da liberação de gás carbônico, feita pelas vias aéreas. Então, quando o ventilador ou ar-condicionado estão ligados, o gás carbônico fica mais diluído e isso dificulta a ação do Aedes, que não consegue facilmente identificar as pessoas.
MITO
Quem já teve dengue está imune à doença
Na verdade, o vírus da dengue possui quatro sorotipos – DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4, que são variações genéticas do microrganismo. A imunidade conseguida após contrair a doença é específica para cada sorotipo. Sendo assim, a pessoa pode ter a doença até quatro vezes ao longo de sua vida. Uma vez exposto, o indivíduo fica protegido especificamente para aquele tipo, mas continua vulnerável aos outros.
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